Livro de Wilhelm Reich, pai das terapias corporais.
“A posição política e econômica do pai reflete-se nas relações patriarcais com os restantes membros da família. O Estado autoritário tem o pai como seu representante em cada família, o que faz da família um precioso instrumento do poder.
A posição autoritária do pai reflete o seu papel político e revela a relação da família com o Estado autoritário. A posição que o superior hierárquico assume em relação ao pai, no processo de produção, é por este assumida dentro da família. Ele reproduz nos filhos a sua atitude de submissão para com a autoridade. É deste tipo de relações que resulta a atitude passiva e obediente do indivíduo da classe média baixa face à figura do führer.
(…) É que a posição do pai exige as mais rigorosas limitações sexuais à mulher e aos filhos. Enquanto as mulheres. sob as influências da classe média baixa, criam uma atitude de resignação forçada, os filhos criam, além da atitude submissa para com a autoridade, uma forte identificação com o pai, que forma a base da identificação emocional com todo tipo de autoridade. Ainda falta muito tempo para descobrir como é possível que a criação das estruturas psíquicas da camada básica da sociedade se adapte tão bem à estrutura econômica e aos objetivos das forças dominantes, como as peças de um instrumento de precisão.”
Olá passei aqui de novo para avisar que o blog de psicologia antigo saiu do ar devido aos muitos acessos simultaneos, entao, estou aqui pra te avisar do novo blog: ==> http://psicologiaparatodos.orgfree.com/blogpsicologia
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biel